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Cachorro Grande Sabe quando surgem aquelas bandas lá fora, que todo mundo “enche a bola” dizendo que é a nova “salvação do rock”, a “bola da vez” e que entope a programação das rádios com suas músicas? Pois é; essas bandas sempre são tratadas como o que há de melhor no mundo, mas ninguém nunca se deu conta que uma dessas bandas pode estar aqui, no Brasil, tocando o mais verdadeiro rock e cantando na nossa língua. Já pensou nisso?
Respaldados por elogios de gente como Dinho (Capital Inicial), Samuel Rosa (Skank), Paula Toller (Kid Abelha), a Cachorro Grande chega para alertar os mais desavisados de que existe rock n’roll brasileiro sim!
Formada em meados de 99, a Cachorro Grande tem a formação clássica de uma banda de rock: Beto Bruno (voz), Marcelo Gross (guitarra), Jerônimo Bocudo (baixo), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (piano).
No início da turnê do terceiro disco, “Pista Livre”, mais precisamente em maio de 2005, o baixista original, Jerônimo Bocudo, foi substituído por Rodolfo Krieger, que realizou toda a divulgação, clipes e shows do cd.
Com o primeiro cd, homônimo, em 2002, mostrava que ali estava surgindo uma banda para entrar na história do rock brasileiro. Foi desse primeiro disco os três primeiros hits da banda: “Sexperienced”, “Debaixo do Chapéu” e “Lunático”, cujo videoclipe concorreu ao VMB de 2003 na categoria “banda independente”.A turnê do primeiro disco passou por diversos estados e, com performances inusitadas em seus shows, a Cachorro Grande fez fama nos palcos do Brasil, deixando a sua marca em festivais como Upload (SP), Curitiba Pop Festival (PR), Abril Pro Rock (PE), Bananada (GO), entre outros.
Após ser dispensada por uma gravadora, sem ter lançado nenhum disco por ela, a banda saiu atrás de gente que acreditasse no rock e acabou encontrando o Lobão, que se encantou com uma performance ao vivo da banda. No inverno de 2004, Lobão lançou o segundo cd da Cachorro Grande, “As Próximas Horas Serão Muito Boas”, pela revista dele, a “Outracoisa”, com distribuição nas bancas de todo o país. Desse disco resultaram mais dois clipes que tiveram excelente rotação na MTV e em outros programas da tv brasileira: “Hey Amigo” e a pérola pop “Que Loucura”. A partir daí, aconteceram diversos shows pelo país, com performances avassaladoras e uma aparição memorável no Programa do Jô, onde a banda participou de nada menos que três blocos do programa!
Historico
Tanto esforço no mundo independente, despertou o interesse da Deckdisc, gravadora emergente no cenário nacional que acabou contratando a banda. Em menos de um ano após o lançamento do segundo cd, já estava nas lojas o tão esperado “Pista Livre”, terceiro cd da banda, produzido por Rafael Ramos e masterizado no lendário estúdio Abbey Road, em Londres – o preferido dos Beatles - pelo não menos lendário Chris Blair, que tem no currículo masterizações feitas para bandas como Oasis, Supergrass, Radiohead, entre outras feras da cena internacional.
Destaque para os singles desse cd, a começar pela música “Você Não Sabe o que Perdeu”, que entrou rasgando nas principais rádios de rock do país e concorreu ao VMB de 2005 como melhor clipe de rock. Em seguida, foi lançado “Desentoa”, que concorreu ao prêmio MultiShow. Na seqüência, , a baladinha “Sinceramente” tocou muito pelo país, foi trilha de novela da TV Record e ainda ficou entre as TOP 10 das principais rádios do país. Por último, veio “Bom Brasileiro”, um dos clipes mais veiculados na MTV.
CD Pista Livre
A banda iniciou a turnê do cd “Pista Livre” em maio de 2005 e a encerrou em dezembro de 2006, totalizando bons 152 shows realizados pelo país afora, incluindo importantes festivais, como: Claro que é Rock (SP e RJ), MADA (RN), Ceará Music (CE), Se Rasgum (PA), Abril Pro Rock (PE), Planeta Atlântida (RS), Go Music (GO), Pop Rock (MG), e muitos outros.Paralelo a esse trabalho, a banda participou do “Acústico MTV Bandas Gaúchas”, projeto da MTV que foi ao ar em maio de 2005.Dois anos depois, em maio de 2007, a banda lançou seu quarto cd, “Todos os Tempos”, e a música de trabalho “Você Me Faz Continuar” já é sucesso nas rádios de todo o país....
Acústika Uma banda formada por quatro mulheres carismáticas, que tocam e cantam muito bem e que quando se juntam no palco resulta em uma química arrebatadora. Tudo isso com muita atitude e personalidade. Assim é a Acústika!
Com quatro anos de trabalho, Tayana (vocal, violão, gaita e tin-whistle), Jane (violino, teclado e vocal), Luciana (baixo e vocal) e Claudinha (bateria, percussão e vocal) construíram um repertório surpreendente, justamente porque todas as canções apresentadas em seus shows, tanto as nacionais como os temas internacionais, levam a sua marca. E elas não fazem por menos. Na verdade elas incendeiam!
E é assim que começam a ser conhecidas inclusive fora do Brasil. Após participação no Beatle Week de 2004 em Liverpool, realizado no Cavern Club, elas foram apontadas pela imprensa local como "As meninas que incendiaram Liverpool". Em consequência desse sucesso foram convidadas a participar do festival Beatle Week de Buenos Aires, onde Juliah Lennon (irmã de John Lennon) após assistir ao seu show afirmou não ter visto ou ouvido nada tão surpreendente e interessante há anos. Nesse festival foram premiadas como melhor banda estrangeira.
No Brasil o trabalho tem sido muito intenso e constante. São muitas as solicitações para eventos corporativos destacando grandes empresas como Petrobrás, Bradesco, Johnson & Johnson, Siemens, Glaxo, Michelin, Merck entre outras e também em grandes casas de espetáculos do eixo Rio – São Paulo e Curitiba como Canecão, Balllroom, Garden Hall, Bourbon Street, Via Rebouças, John Bull, Olimpo e Tom Brasil.
Lançaram seu primeiro CD. "Sonhos", a primeira música de trabalho, com apenas uma semana de execução, ficou em primeiro lugar nas 10 mais pedidas da rádio Transamérica e também entrou na novela "Cristal".
"Jardim Secreto", nova música de trabalho, acaba de entrar na novela "Maria Esperança".
Moogie Canazio, produtor musical, ganhador do Grammy de 2006, que reside em Los Angeles, e produziu entre outras estrelas, Simone, Maria Bethânia, Sandy e Junior, Sergio Mendez, vai assinar a produção do próximo disco da Acústika que tem data de estréia prevista para o final do ano de 2007.
SOBRE AS INTEGRANTES:
Tayana Dantas
Voz, violão, gaita e tin-whistle
A vocalista, violonista e compositora ganhou seu primeiro violão aos 7 anos. A mãe, Lucinha Dantas, lhe ensinou os primeiros acordes. Em1996, fez seu primeiro show aberto ao público e não parou mais. Desde barzinhos até grandes palcos. Prêmios de melhor música ao vivo, melhor isso, melhor aquilo...
Fez parte de algumas bandas, entre elas, a Pancake, já gravou jingles, trilhas e locuções.
Dona de uma voz potente e ao mesmo tempo suave e rasgada, a bisneta de Ismael Nery (grande pintor brasileiro) e neta do poeta potiguar Benilde Dantas, sempre teve no sangue a arte e a música.
Influências: Beatles, Heart, Led Zeppelin, Dream Theater, Iron Maiden, Carpenters, Mr. Big, Rita Lee, Barão Vermelho, Janis Joplin, Grant Lee Bufalo... e por aí vai...
Jane Soren
Violinista, flautista e tecladista
Nascida em uma família repleta de músicos, Jane também começou cedo na música. Aos seis anos de idade começou a iniciação musical da UFRJ, passando por vários cursos de música e por fim pela UNIRIO.
Começou a estudar violino aos doze anos, pelo método Suzuki. Sua professora foi a prima Suray Soren.
Influências: Bon Jovi, Aerosmith, Queen, Pink Floyd, Iron Maiden, Legião Urbana, Bach...etc...
Luciana Guessa
Baixista, violonista e vocal
Teve contato com a música também na infância, por influência do pai, que lhe ensinou a tocar violão, aos 13 anos de de idade. A partir daí, foi autodidata em outros instrumentos como guitarra, piano e baixo. Em 97 decidiu que seu instrumento seria o contrabaixo. Desde então, passou a atuar como musicista profissional em diversos projetos, até conhecer Claudinha, Tayana, Jane, formando primeiramente o Pancake, em 98, e em seguida a Acústika, em 2003.
Influências: Beatles, Led Zeppelin, Jimmy Hendrix, Queen, Rush, Mutantes, Jaco Pastorius...
Claudia Moreno
Bateria, percussão e vocal
Claudinha, como prefere ser chamada, teve suas primeiras inspirações musicais ainda criança ouvindo seus tios tocando violão e cantando. Ganhou seu primeiro instrumento, um violão, aos 7 anos, presente do tio e da mãe. Aos 23 anos descobriu a bateria e não parou mais.
Auto-didata, conversou com vários bateristas sobre os truques do instrumento, postura e pegada. Camilo Mariano e Alex Curi foram suas fontes principais. Seu entrosamento com Luciana Guessa vem de longa data, pois tocaram juntas em vários outros projetos, quando em 98 conheceram Tayana e Jane, formaram o Pancake e não se largaram mais.
Influências: Secos & Molhados, Rita Lee, Carpenters, Allan Parsons, Bread, Led Zeppelin, The Beatles, Janis Joplin e a geração anos 80 com a explosão do rock nacional, entre eles, Barão Vermelho, Ultrage à Rigor, Erva Doce, Legião Urbana......
Sonido del Alma Gaucha O grupo Sonido del Alma Gaucha foi formado no ano de 2003. Desde então, tem o maior cuidado com o repertório: As músicas são escolhidas levando-se em consideração a letra – deve retratar, com a maior fidelidade possível, a vida do homem da pampa Riograndense e Platina, atentando para o uso do vocabulário adequado – bem como o ritmo, que deve obedecer ao estilo característico da mesma região. Tecnicamente, aplica às músicas arranjos instrumentais e vocais próprios.
Tem como eixo norteador do seu trabalho, a proposta de resgate dos originários valores literário-musicais do Gaúcho apresentando, concomitantemente, músicas do folclore Platino.
As obras apresentadas são de poetas de reconhecida capacidade literária no regionalismo gaúcho, que ganharam vida nas interpretações de grandes nomes do gênero, bem como temas autorais.
Neste tempo, apresentou seu trabalho em diversas cidades do estado do Rio Grande do Sul, em São Carlos – SP, Assunción - Paraguai e Melo - Uruguai.
Participou da 1ª edição em 2006 (Bagé) e da 3ª edição em 2007 (Pinheiro Machado) do projeto pioneiro da RBS TV Bagé denominado “Noitchê”. O evento apresenta, na mesma noite, Música Nativista e Música Fandangueira, e tem sido sempre sucesso de público. No início de 2007, foi convidado pela RBS TV Bagé para se apresentar no Jornal do Almoço em comemoração aos trinta anos da emissora.
Fez show na 4ª Galponeira de Bagé, com a participação especial do payador Alejandro Palau de Melo, Uruguai.
Em parceria com a RBS TV, Rádio Pop Rock e Jornal Minuano realizou, em junho de 2007 em Bagé, o projeto denominado “Mostra Nativista”. O evento cultural contemplou as várias formas de manifestação artística que envolve o Gaúcho: música, poesia, declamação, artesanato, literatura, fotografia e dramaturgia.
Em julho de 2007 fez show na “Festa das Nações Brasileiras”, evento promovido pela Prefeitura Municipal de São Carlos, SP, para comemorar sesquicentenário daquela cidade paulista.
No mês de outubro, quando seu portal na internet completou o um ano, estreou um serviço inédito para grupos de música nativista do Rio Grande do Sul: a cobertura em tempo real. O serviço utilizado por grandes portais como Globo e Terra para fazer a cobertura de jogos de futebol, possibilitou a interação dos internautas na rotina do grupo durante as viagens e os shows.
Em dezembro de 2007 fez show na “Tterrasul” (Concessionária Volkswagen em Bagé), no “Natal Rural” das Lojas ASM – Bagé, e no “Natal Iluminado” na cidade de Quarai – RS
Em março de 2008, pelo segundo ano consecutivo, recebe da RBS TV Bagé a distinção “Troféu Talentos da Terra”...
Hevoltagem No começo do ano de 1998, quatro amigos resolvem se encontrar para fazer um som, e o que parecia uma brincadeira de final de semana foi ganhando espaço em suas vidas, levando eles a indispensável criação de um nome, ou melhor, uma formação como banda. Surge então a Hevoltagem, uma banda com influências instrumentais de grandes monstros do Rock que vai de Rolling Stones a Mamonas Assassinas, também disponibiliza de muita personalidade e ousadia em suas letras que em primeiro lugar tentam passar mensagens positivas a todos que ouvirem.
A Hevoltagem é composta atualmente por seis músicos, que produzem e executam suas próprias músicas. São eles Patrick na bateria, Alan no baixo, Abacaxi nos teclados, Marco na guitarra, Wagner na guitarra solo e Xuxa nos vocais.
Como a maioria das bandas a Hevoltagem não foi diferente, começou fazendo couvers de outras bandas no cenário pop rock nacional e internacional, mas sempre com aquele desejo de investir pesado nas músicas próprias. Partiram então para difícil vida boemia das noites Curitibanas tocando couvers em vários bares, casas noturnas, festas da Uva e do Vinho de Sta. Felicidade e até mesmo grandes festivais como o FESTCAR (festival da canção de Araucária) e o FUC (festival universitário da canção de Ponta Grossa).
Atualmente a banda Hevoltagem investe pesado em músicas próprias, isto possibilitou a gravação de cinco músicas no primeiro single da banda, com a intenção de divulgar o nome e tentar alcançar seus objetivos. A partir de então a Hevoltagem não parou mais, e hoje fazem shows de músicas próprias mescladas com músicas couvers. Mas o maior sonho da banda é poder um dia viver somente de suas próprias músicas....
Pedro Damasio Pedro Damasio e a música sempre fizeram companhia um ao outro. Durante boa parte dos seus 30 anos, Pedro esteve envolvido com iniciativas relacionadas à produção musical nos mais diferentes estilos. Na segunda metade da década de 90, seu interesse começou a voltar-se para os ritmos eletrônicos.
No ano de 2000, após ter vivido uma temporada na ilha de Ibiza, na Espanha, Pedro retornou ao Brasil disposto a misturar suas técnicas de percussão aos beats eletrônicos. Juntando-se aos amigos Renan Schmidt (programações) e Gustavo “Mini” Bittencourt (guitarra) surgiu os Carregados, cujo primeiro e único CD “Sistema de Som” recebeu críticas positivas na imprensa especializada e nas palavras de personalidades como o DJ Renato Lopes. Nessa época, Pedro também já se aventurava a colocar som nas festas de amigos em Porto Alegre.
Partindo novamente para a Europa em 2002, vivendo durante quase todo o ano na Inglaterra, Pedro teve a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos à respeito da música eletrônica e de assistir as apresentações da maior parte de seus DJs favoritos. Quando retornou a Porto Alegre em 2003, trouxe na bagagem um case recheado com tudo o que o motivou lá fora. Daí pra frente foi questão de tempo até estar tocando em várias casas noturnas da cidade....
Chiba O drum’n’bass e o jungle há muito tempo têm lugar garantido nas pistas do sul do Brasil. Isto graças a um grupo de produtores, DJs e clubbers que, muito antes do estilo receber o reconhecimento nacional que tem hoje, decidiram investir em uma cultura musical sólida e duradoura. Entre eles está Fred Antunes, ou DJ Chiba.
Nascido em Porto Alegre, Fred despertou o interesse para os grooves e batidas eletrônicas no começo dos anos 90 - em meio à explosão do Acid House - quando freqüentava o balneário de Punta del Este. Neste período, tornou-se amigo de Luciano Peixoto, DJ e produtor pioneiro na cena porto-alegrense. Através dele, Fred foi apresentado às mais diferentes vertentes da música eletrônica. A afinidade musical que surgiu entre os dois deu origem, na virada do milênio, ao projeto de breakbeat Spark.
Em 2003, Fred começou a apresentar-se como DJ em diversas casas noturnas de Porto Alegre. Num período onde o techno predominava na cena local, Fred montou a produtora Funkyplayaz com os DJs Luciano Peixoto, Rafael Chaves e Pedro Damasio. Juntos, realizaram uma série de eventos voltados a tendências sonoras alternativas, com destaque para as festas Lo-Fi, Bolha e o projeto Paragua’s DJs. Seu nome também começou a figurar no line-up das principais festas de drum’n’bass da cidade como Subgrave e Quarta Quebrada.
Hoje, Fred apresenta-se sob o codinome de Chiba junto aos MCs Cérebro, do grupo de rap Odisséia, e Lica, da popular banda de black music gaúcha Groove James. O trio já participou de grande eventos do sul do país como as festas de lançamento da revista VOID e o festival Claro Subvisions. Recentemente, Fred foi convidado a integrar o time de residentes de uma das mais tradicionais e duradouras festas de drum’n’bass do Brasil, a Quarta Quebrada.
“Erga as mãos pra cima, erga, erga!” Como dizem as palavras de ordem do MC Cérebro, o drum’n’bass do sul do Brasil merece ser louvado por todos aqueles que apreciam a boa música. Graças ao trabalho incansável de DJs e produtores como Fred Antunes, o estilo abre espaço na cena local e prepara-se para conquistar novas pistas pelo Brasil e pelo mundo. Um movimento que nasceu nos primórdios do jungle e que, ao contrário do que muitos imaginam, cresce e ganha força a cada dia....
Gabriel Cevallos Londres mudou minha vida! Frase que Gabriel Cevallos, 24 anos, natural de Porto Alegre, não se cansa de repetir.
Por meados do ano 2000 teve sua primeira experiência fora do país, época em que também descobre a música eletrônica e os famosos clubs londrinos. Impressionado e influenciado por todo aquele movimento de clubs e squat parties, retorna ao Brasil um ano depois para fazer o Curso de DJ da Produtora Reexistência com o destacado Fabrício Peçanha, e aproveita a estada em casa para realizar o Curso de Extensão em Cinema na PUC, participando como assistente de som do premiado projeto de curta metragem Pela Rua. Neste tempo mergulha em uma abrangente pesquisa musical de estilos, gêneros, artistas e labels, aguçando sua visão da cena.
Tomado pela música e pela cidade que o influenciou, retorna a Londres e compra seus primeiros equipamentos onde toca os vinis fruto de suas pesquisas, o resultado, de um ecletismo enorme, passa pelo electro-house, tech-house, techno, electro, breakbeat, minimal, funky stuff e qualquer música eletrônica sem rótulo e bem feita que soe de maneira agradável aos seus ouvidos.
Buscando uma maior identidade, muda-se para a enlouquecida Barcelona, onde ficou até o final de 2004. Imerso na cultura eletrônica, pôde ver e ouvir de perto os maiores nomes da música de vanguarda européia, matéria prima para a construção do estilo contemporâneo que hoje o caracteriza.
A sonoridade de Tiefschwarz, as misturas de Laurent Garnier, a marcação pulsante de Dave Clarke, influenciam sutilmente a maneira de transpor seu set, criando intensidades infinitas de musicalidade. Observador com visão analítica musical e de tendências, é pesquisador e formulador de um estilo musical próprio e eclético.
Na busca de um maior controle da veia artística, em 2006 concluiu formação em áudio e acústica no Instituto Gaúcho de Áudio Profissional, aumentando o domínio dos fundamentos necessários para o trabalho de produção de música eletrônica.
Em Porto Alegre comanda o Projeto Sangria Digital nas sextas-feiras no Prefácio Bar aonde prioriza batidas Low-Fi, BPMs humanizadas e experimentações digitais. Possui residência mensal no Laika Mini Club onde explora toda sua vertente dançante.
Pesquisador e incentivador da produção brasileira, busca em novas mídias outras formas de divulgação, apresentando mensalmente o Podcast Frisson, hospedado pelo rraurl.com, principal site de cultura eletrônica do país....
lucas Carismático, versátil e com muito feeling, este DJ de Porto Alegre/RS está sempre antenado as novidades e tendências da cena eletrônica, podendo assim fazer sets surpreendentes de pura energia e vibração. O seu estilo predominante é uma forte mistura de diversos elementos contagiantes do House, Techno e Electro, contando sempre com a forte presença do groove e de ritmos progressivos, criando climas fantásticos e emocionantes nas pistas.
Ex-residente do lendário Club Hangar 72 de Esteio/RS entre os anos de 1999 à 2004, Marcio Lopez foi um dos pioneiros a levar a música eletrônica para a cidade, influenciando moda, tendências e atitude durante este tempo, também tocou em todas as edições do Freedom Summer Festival entre 2001 e 2004, consolidando cada vez mais seu nome na região.
Acumulando experiência e passando por importantes clubs e festas pelo Brasil ao longo dos sete anos de carreira, Marcio Lopez já assinou trilhas de desfiles como: Lei Básica, Alexandre Herchcovitch, Triton, Osklen, Fórum, M Officer, Dakota, Berimbau, Cravo & Canela, entre outros. Também tocou em festas de marcas como: Ellus, Colcci, Zoomp, Cavalera, Puma, Pepsi, Chilli Beans, Coca-Cola, Claro, Renner, C&A, Oi, Vivo, Smirnoff, Adidas, Nokia, Motorola, Lojas Hype, Zoide Bourbon Country, entre outros.
Desde então, Marcio Lopez já dividiu as pick-ups com grandes nomes locais, nacionais e internacionais da cena eletrônica como: Lokito, Luciano Araújo, Maurício S, JZK, Alec Araújo, Paula, Techjun, Buga, Mutza, Camilo Rocha, Hard Mix!, André Pulse, Snoop, Germán Rovira (ARG), Marcelo Castelli (UY), dentre outros.
Principais Festas e Eventos: Planeta Atlântida (RS), Bacardi BPM (PR), Groovetronic (PR), Union (RS), London Beats (RS), Birthday Air (RS), Inspiration (RS), HB Rave (RS), Ilusions (RS), Garapiá Trance Festival (RS), Elevation Hours (RS), Esteio Rave (RS), Stúdio Mix (BA), Creative Beats (RS), Beat Action (RS), Insana (SP), E-Sence (SC), Outro Mundo (SC), entre outros.
Principais Clubs: Dado Bier (RS), Ocidente (RS), Laika (RS), Espiral (RS), Circuito (RS), Lounge Club (RS), Orbital (RS), Venue (RS), Estação Z (RS), Quinta Estação (RS), Elektra (RS), Biersite (RS), Insight (RS), Hanna (SC), Kiwi bar (SC), Caribean (PR), Chandon (PR), Mediterrânea (PR), BEC (SP), Zoggy (SP), Small (SP), entre outros.
Atualmente, o DJ concilia seus books e residências, atuando na produção do evento realizado mensalmente - Groove Sessions, evento este que tem a intenção de se tornar parada obrigatória de DJs que estiverem de passagem pelo estado, tornando-se assim um dos expoentes da cena eletrônica gaúcha....
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